quinta-feira, janeiro 08, 2009

Futebol e Religião

O jogo que ninguém quer ver


Os conflitos na Faixa de Gaza entre israelenses e paletinos (acompanhe e saiba mais no blog do Carmelo Cañas) chegaram ao futebol.

O atacante Kanouté, do Sevilha, mostrou uma camisa de apoio aos palestinos na comemoração de um gol nesta quarta-feira. Numa guerra nunca há santos e menos culpados, mas os erros são sempre erros e nunca, mas nunca mesmo, são reparados.

O ataque a escola da ONU na Faixa de Gaza foi uma demonstração desses erros. Dizer que a escola só foi atacada por "verem misseís saindo de lá" é uma demonstração de extrema soberba.

Israel = EUA?

A guerra pode ser provocada pelo povo, mas essa não foi. Guerra política, santa e tantas outras denominações possíveis. Alguém sabe o objetivo disso tudo? Acabar com o Hamas?

Outro ponto que precisa de atenção é o jornalismo feito na guerra, e nesse caso, principalmente em Israel. Clique aqui e leia os mandamentos da imprensa internacional.

Douglas, zagueiro do Hapoel Tel Aviv, mora em Israel e eu conversava com a esposa dele, Amanda, sobre esse conflito. A cidade deles está longe do olho do furacão, mas o clima parece tenso em todo o país. O campeonato deve ser paralisado. Ela me disse que as pessoas tem uma idéia errada de Israel, no sentido de só ter guerra, e esquece m das belezas naturais do país. Isso é verdade, mas na guerra, a não ser o Alberto Gaspar, quem iria à praia? (Ele vem fazendo um grande trabalho nessa cobertura)

Crédito de Foto
Foto da Agência Reuters

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