domingo, maio 03, 2009

Boleiros da Bola - Jogo 3

Equilíbrio

Em pé: Gonzalo, Alano, Paulinho Evangelista, Fernando Evangelista, Fellipe Sampaio, Philipp e Padilha. Alongando os glúteos: Diego, Fábio Lima, Daniel Vicente, Jorge Jr e Cleber.

O nosso futebol melhora a cada jogo. Isso é notório. Apesar dos times serem escolhidos aleatoriamente, com base no equilíbrio entre as equipes, já há o entrosamento entre alguns atletas e jogadas ensaiadas não tardarão a aparecer.

Fotos

Agora você pode ver as fotos da partida acessando o flickr do Boleiros da Bola (clique).

O Jogo

Jogo bom começa sempre com um grande gol, e o jogo de ontem começou assim. O novo contratado, Paulinho Evangelista, atendeu aos pedidos do craque Jorge Jr. na área. Colocou com maestria digna de Zico, na cobrança de escanteio, a bola no cucuruto do matador. Aí foi colocar o dedão na boca e comemorar o gol pro Théo. Foi o tento que inaugurou o 14 x 12 para o time amarelo. Mais tarde eu migrei para o time vermelho.

Tivemos um único goleiro, Fernando Evangelista, que demonstrou segurança e deu o seu recado no começo do jogo - Não quero saber de revezar no gol.
Não teve revezamento, ao menos no gol dele.
A rede balançou de diversas formas, com padilha acertando um belo canudo na gaveta do Fernando, talvez o segundo gol mais bonito do jogo, já que o primeiro foi descrito acima.

De todos os nossos clássicos de sábado esse foi o que teve o maior número de faltas. E não estou falando de mão na bola, que aliás chegou a gerar um pênalti kick. Jogo pegado, mordido, marcação e não deixando o adversário progredir no campo, assim como se faz quando se jogo War. Particularmente não gostei disso, mas há um limite nas nossas faltas. Nunca machucar, no máximo fazer a falta e receber um sorriso pela sacanagem.

Nepostimo

Fernando e Paulinho são primos. São do clã de jornalistas dos Evangelistas. Mostraram entrosamento desde os tempos do Capenga, na Unisul. Primeira vez que isso acontece.

Alano levou o seu filho Otávio, virou mascote. Na próxima partida o pai já pode deixar o guri jogar cinco minutos. No pós jogo mostrou que tem um chute forte. O Alano já narrou jogo com o pai no banco de reservas, imagina narrando o filho em campo. - GOOOOLLLL, te orgulha nação alvirubra de Tubarão, é do meu guri OTÁÁÁÁVIIOOO!

Esporro


Futebol é uma coisa que não tem explicação. Ninguém gosta de perder, isso é fato. Não gostar e saber perder caminham juntos, pelo menos pra mim. Eu não sou um bom perdedor, mas sei perder. Não deu? Não deu, ué.

O Faraco, na jornada da CBN, neste exato momento falou o que eu queria e não sabia - Futebol é uma coisa séria.

Por isso há cobrança, mesmo que seja uma pelada. O futebol é um esporte coletivo, então o seu umbigo não é mais bonito e importante do que o do outro. Eu falo por mi, já que tenho a liberdade de escrever, que cobro no jogo de quem tem que cobrar, de quem ainda não se ligou que a coletividade aproxima ainda mais a amizade. Talvez eu seja egoísta e pense que todos devem ser igual a mim, que sempre gostei de jogar, trabalhar ou fazer qualquer outra coisa com um pouco de pressão. Talvez por isso eu me exceda em alguns momentos. E esses excessos nem sempre são bem recebidos, e nem devem. A melhor forma de calar o crítico e mostrando trabalho, no nosso caso futebol.

Por isso aproveito a oportunidade de pedir desculpas ao Fellipe pelo meu excesso. Não é por mal, é futebol, é coisa séria, tem coisas que não dá pra olhar passivamente. É foda. Mas sei que me passei.

Outro fato foi o quiprocó do início do jogo. Há que se ter bom senso nas jogadas, principalmente com os professores. Não chamando-os de velhos, mas que se lesionarem certamente irão se recuperar com um tempo maior do que nós, quer dizer, eu acho que entro na turma que demora na recuperação.

Mas não dá pra explodir, querer revide, achar que foi maldade e afins. Falalidade? Essa não é a palavras, talvez imprudência. Mas foi o lance, teve o risco, saiu ileso, com um pouco de dor? Se releva, coloca na balança e não dá pra achar que foi maldade, que quis machucar. Perdoar é divino, ou sei lá o que diz a bíblia, então vamos mansos, conversando a gente se entende.

Notas do jogo


Fernando Evangelista (8)
Paulinho Evangelista (7)
Jorge Jr. (7, mas merecia 10)
Padilha (8)
Fellipe (5)
Cleber (8, o mais regular)
Philipp (7)
Diego (7)
Gonzalo (7)
Fábio Lima (7)
Daniel Vicente (6)
Alano (7)

Melhorou a média da rapaziada. Isso mostra o equilíbrio do jogo.

Ficha Técnica

Time Amarelo
Fernando e Paulinho Evangelista, Gonzalo, Philipp e Diego.

Time Vermelho
Fábio Lima, Daniel Vicente, Jorge Jr., Padilha e Fellipe.

Gols: dessa vez sem marcação.
Local: Campo do Flamengo, no Estreito.
Cervejas: 3 geladas

4 comentários:

Cañas disse...

Me indignei de perder esta gloriosa pelada de sábado.
Fui para Curitiba na sexta-feira transportar um material que me foi pedido e levei meus apetrechos futebolísticos no carro, planejando meu retorno a tempo de participar da jogatina no sábado.
Porém, os planos não sairam como eu previa e eu cheguei na capital catarinense só depois das 13h.
Pelo visto a coisa foi "pegada".

Sábado que vem estou lá, não posso arriscar perder essa vaguinha.

Ja viraram mensalistas ou tá no individual ainda?

Abraço aos boleiros e concordo com as palavras de Jorge Jr, a cobrança é sim necessária. Não somos profissionais (nem perto disso) mas se vamos jogar futebol temos que doar nosso sangue, nossa vida...NOSSA ALMA...hehehe..acho que exagerei um pouquinho, mas é por aí o negócio.

Obs: desculpa não avisar sobre a ausência, estava impossibilitado. Ainda bem que não faltou integrantes ao elenco.

Artur de Bem disse...

Quem é que dá a nota dos jogadores?

E as fotos... realmente tem lances indescritíveis!!!

Sábado que vem posso ir?

Anônimo disse...

Tranquilo Jorge. São coisas do futebol que acontecem no momento. Mas depois o cara já esquece. Esse sábado agora acho que não vou poder ir, mas se for, virei de meião e pretendo jogar atrás.

Fellipe Sampaio disse...

Tranquilo Jorge. São coisas do futebol que acontecem no momento. Mas depois o cara já esquece. Esse sábado agora acho que não vou poder ir, mas se for, virei de meião e pretendo jogar atrás.