terça-feira, maio 26, 2009

Figueirense empata com o Ceará em 2 a 2

Figueira deixou a vitória escapar

Preto, autor de dois gols, disputando a bola com Toninho

O Figueirense abriu 2 a 0 contra o Ceará e encaminhava o jogo para uma vitória tranquila, quer dizer, nem tão tranquila, já que o Ceará atacou muito, mas com pouca eficiência. Em cinco minutos de bobeira o Ceará empatou o jogo com o atacante Preto e por pouco não virou o jogo. Foram dois pontos desperdiçados em Fortaleza.

O jogo não foi uma maravilha tecnicamente, mas o Figueira foi mais eficiente, já que abriu o placar quando o Ceará dominava o jogo. Roger fez de cabeça após um bom cruzamento de Lucas. O segundo gol foi um belo lance de Rafael Coelho. Ele driblou dois defensores, entrou na área e fuzilou. Ali, nesse momento, a vitória era dada como certa.

Depois dos gols, o Ceará continuou tentando e conseguiu diminuir após um cruzamento de Wellington Amorim, ex-Figueira, que foi escorado por Preto. O empate saiu depois de um baita drible do Geraldo que sobrou novamente para o Preto. Ele chutou forte e empatou o jogo.

Erros do Figueirense

Começou com a divulgação dos jogadores. O Figueirense adotou a postura que mais prejudica o torcedor e a imprensa, já que divulga o nome do jogador sem o apelido. Exemplo foi o jogador Edivaldo. Quem é? Descobriu-se depois, já que a assessoria não estava por perto para desvendar o nome, que se tratava do Juninho, lateral-esquerdo.

Outro erro, esse muito condenado por mim, foi a não utilização de meias armadores no jogo. Kássio e Pedrinho ficaram no banco. Pior foi quando Luciano Totó saiu machucado. Esparava a entrada de um dos meias, mas Roberto Fernandes colocou o atacante Clodoaldo. Três atacantes? Não. Voltou o Schwenck, logo o Schwenck, para ser o armador do time. Fico com a definição do Daniel Vicente - Não sabe nem chutar, imagina passar.

Clodoaldo foi outro grande erro. Muito ruim, não jogou nada e acho que até atrapalhou. Marcelo ou Ricardinho, que já jogou na meia, seriam melhores opções no time.

Roberto Fernandes não escalou o ferrolho que eu achava, mas faltou alguém para criar. É claro que Kássio e Pedrinho não são gênios, mas fariam muito mais do que o Schwenck fez. De bom? Talvez foi não ter visto o Totó o jogo todo.

Crédito de foto
Foto de LC Moreira, Lancepress

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