terça-feira, julho 28, 2009

Boleiros da Bola - Jogo 16

Virada emocionante dos Bluus

Os Boleiros. O Diego está segurando a câmera.

A gente morre e não assista a tudo. É por essas e outras que o futebol é uma caixinha de surpresas e o jogo só acaba quando termina. Um jogo ganho, nas mãos, manso, pode se tornar uma tortura psicológica que acaba com a carreira do mais brilhante atleta. Isso foi o duelo entre os Rédis e os Bluus.

Os Rédis, como já está sendo de praxe, começaram bem a partida. Os gols foram saindo e dominavam o jogo de uma forma tranquila. Passes de efeito, lançamentos milimétricos e a rede balançando a torto e à direita.

Quando tudo parecia calmo e o jogo ganho, uma força do além, talvez vinda do chá de coca light vindo da Amazônia chilena, fez mudar a história do jogo.

Quanto terminou o jogo? Não é o mais importante. Senão estaria no lide. Mas foi 13 a 9 para os Bluus com uma virada de fazer inveja ao Vasco campeão da Mercosul de 2000.

O jogo

Jogo bom começa com gol bonito. E assim, segundo a memória, foi o jogo do último sábado. O Maestro Jorge Jr., sempre ele, recebeu no meio-de-campo e partiu com a pelota dominada. Passaram dois beques e o goleiro ameaçou sair. Que decisão tomar? Naquele instante, em que o pensamento é mais rápido que o Usain Bolt descendo um morro correndo, ele lembrou do gol de Romário no jogo Brasil 1 x 1 Suécia, pela primeira fase da Copa de 1994. Não precisa dizer o que aconteceu, né? GOL!

STJDB

O Superior Tribunal da Justiça Desportiva do Boleiros irá enviar ao Ministério Público uma petição para que seja investigado o final do jogo. A partida terminou sem que a sirene tivesse tocado, deixando claramente no ar um clima de amadorismo e de apequenamento dos Bluus para segurar a vitória.

Era visível que os Rédis estavam inteiros em campo, correndo feito garotos com dois pulmões. Foi só o delegado do jogo falar que já passava das 12h10 que a bola parou.

Coletiva

O goleiro que desencantou. Diego fez os seus primeiros gols na carreira. O jogo começa às 11h, mas ele chega sempre às 8h30 para fazer a Escolinha do Flamengo e depois pegar a pelada das 10h quando falta gente. E ainda vem com gás para o Boleiros da Bola. Haja dopping!

O Repórter Boleiros da Bola e o comentarista Fora Da Casinha conseguiram entrevistar nosso super-atleta e festeiro Diego Wendhausen Passos na madrugada de domingo.

Fora da Casinha: Seu futebol está progredindo, fizesse três gols no primeiro jogo, mais dois no segundo. Qual a música que vais pedir?

Diego:
Vai a música Aurora.

Repórter Boleiros da Bola: Romário dizia que jogava melhor quando ia para as noitadas. Você aprendeu bem as lições do mestre pelo jeito. O que o inspirou tanto?

Diego: Acho que depende da partida, os três gols no primeiro jogo me deixaram empolgado, e minha noitada não afetou, dormi 4 da manhã e acordei 8 horas. Mesmo de "ressaca", consegui ficar de pé em campo.

Fora da Casinha: Seu time teve um início arrasador, mas levou a virada, depois de uma boa vantagem. Como isso aconteceu Didi?

Diego: começamos bem, errando pouco. Até a metade, fomos bem pra caramba, mas não acompanhamos, e os blues conseguiram recuperar bem, o Gonzalo Guiñazu e o Paulinho Valdivia Scarduelli comandaram a virada azul. Nosso time se perdeu-se, eu não segurei mais nada, meus colegas não criaram boas chances e no último lance, ainda perdi um pênalti.

Repórter Boleiros da Bola: Seu futebol ainda está estilo “fogo de palha”, começas bem e perdes o ritmo. O que você diz sobre isso meu nobre colega?

Diego: Não tenho um preparo físico dos melhores, preciso emagrecer, e cadenciar meu ritmo de jogo. Mas isso é treino mesmo, falta ritmo. (risos, risos e muitos risos)

Notas do Jogo

Daniel (7,25, bem nos lançamentos, na marcação e nas canetas)
Cleber (6,99, correu, chutou, marcou, mas não é o mesmo sem o short do ballet)
Gonzalo (6,5, não foi o mesmo matador. Desperdiçaram o artilheiro na zaga)
Alano (6,5, está voltando a reencontrar (se é que já teve) o seu futebol
Jorge Jr. (6,75, excelente partida, mas o futebol, e as notas, são uma caixinha de surpresa)
Padilha (7, arisco, pomarola, tarantela, knor)
Ricardo (7, lutou, correu, na média)
Diego (4, só pela frase dita antes do pênalti "Eu bato com as duas". Bateu de esquerda, que é pior que a boa, e perdeu)
Scarduelli (6,5, tentou jogar para o Davi se inspirar. O menino saiu traumatizado)
Pedro (6, voltou com o problema de indisciplina tática)

Ficha Técnica

Os Rédis

Diego; Daniel, Jorge Jr., Cleber e Padilha

Os Bluus

Scarduelli; Gonzalo, Pedro, Alano e Ricardo

Cervejas: uma Boêmia paga pelo Paulinho e outras duas
Água: Três ou nove

O Boleiros da Bola mereceu um cartola fixa no blog. Todos os posts estão lá.

3 comentários:

Anônimo disse...

Diego merece 6 tranquilasso....ta soltando a bola no pé, não largou nenhuma , deu três chutes...meu iidooooooooooooooooooolllloolllllll

Coloca ai as três bolas que tomou nas costas , e ainda avisado, vai tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa....


Sabado agora não jogo.
Duda volta de viagem.

Daniel

Cainã Margarida disse...

Opa, tudo certo?
Não sabia que tinhas um blog.
Estou te adicionando nos meus favoritos.

Abraço
Cainã Margarida

Gona disse...

Putz... Nem uma linha sobre o chapéu dentro da área, seguido de corte seco e chute certeiro para as redes. Lamentável... ;-)