quinta-feira, agosto 27, 2009

Boleiros da Bola - Jogo 19

Quando o futebol fica em segundo plano

Em pé: Fellipe, Pedro, Banko, Cleber do Hora, Ricardo, Jorge Jr, Fábio Lima, Juliano "O Gigante Francês", Tony Meola e Padilha.
Alongando os glúteos: Paulinho Scarduelli, Davi, Lucas, Jerônimo, Sarah, Paulinho Evangelista, Cleber, Richard e Carmelo.


Que sábado! O jogo entre Rédis e Bluus, apesar de ter sido mais um jogão, muitos gols e afins, ficou em segundo plano. Não dá pra esquecer o dia quente, o sol no quengo, nem a cerveja gelada por três e cinquenta. Pão, linguiça e frango não sustentam a alegria de quem está envolvido em algo que só o futebol pode trazer, a amizade.

Sem essa de pai da criança. O futebol é um esporte coletivo, assim como tomar cerveja, falar besteira e conhecer pessoas novas. Desentendimentos, palavrões e faltas são normais. Anormal seria no final de tudo sair sem dar tchau pra todo mundo. Isso, eu tenho toda certeza, não teve.

O Jogo

O maior quórum da história dos Boleiros da Bola. Eram cinco pessoas de fora além dos 14 em campo. Substituições no maior estilo do futsal e a partida oscilando para os dois times. Os Rédis, que o Maestro sempre joga, sairam logo abrindo 4 a 0. Estava estranho. O outro time, com os palpites do adversário, precisavam melhorar a defesa. E melhoraram.

Logo a partida ficou equilibrada. Lances de gol para os dois lados, mas também tinham dois excelentes goleiros defendo as metas como se fossem notas de mil reais.

Um deles já é da casa. Banko estava naquele dia que o cara lembra quando vai falar de futebol com os amigos. Na cara do gol, ele pegava. Chute rasteiro, ele pegou. Saída de bola, acertou tudo. Pênalti? Pegou sem se adiantar. Nota 9.

O outro goalkepper veio de fora. Diferentemente do que imaginava, ele não é cunhado do Carmelo. É namorado. Mentira. Amigo da família. Tony Meola, ou Douglas, americano radicado em Porto Alegre, professor de inglês e uma figura altamente da melhor qualidade.

Agora são sete minutos do mais puro futebol do Boleiros da Bola. Muitos gols, discussão, turma do deixa disso, dribles, defesas, futebol competitivo e uma boa mentira nessa descrição.




Coletiva


Diego, o protótipo de jogador e goleiro, não participou do jogo. Fez falta porque tivemos pênaltis no jogo, mas mesmo não jogando foi lembrado na hora de fazer a cobrança.

Neste sábado, que não terá linguiça, ele já está confirmado para a partida. Vai com a luva pra garantir.

Mas para não deixar em branco, e pra dar aquele desespero por não ter ido, vai essa fotinho da linguiça.

Novidades

Dizem que cabeça vazia é oficina do capeta, mas cabeça cheia também pensa merda. Comprando os quitutes para o pós jogo tive a ideia de presentear o melhor da partida com um brinde. Lógico que tinha que ser uma cerveja. Fui na mais gostosa. Comprei uma Bavaria "Clássica".

Tony Meola foi escolhido, não por unanimidade, já que o Banko estava no páreo. Recebeu o presente e ainda fez um discurso limpo de sotaque. Vale a pena conferir.



O melhor do futebol

Acho que as fotos vão falar por si. Pra mim, eu, Jorge, foi o dia mais especial de todos esses 20 sábados ininterruptos, incluindo o do campeonato da ACI. E o melhor de tudo isso é que vai continuar. Sei lá por quanto tempo, mas vai.













Um comentário:

Anônimo disse...

Maravilha Jorge!

Fica muito mais legal com o relato e vídeo - afinal, somos ou não somos multimídia?

A minha sugestão é que filmem o começo dos jogos, quando a pegada está mais forte. Pelo menos desse podia filmar... rs

Abraço

Jerônimo