sexta-feira, setembro 18, 2009

Como seria do time sem a Figueirense Participações?

A pergunta que inicia o post é ampla, de resposta longa ou até sem resposta. Em 10 anos o Figueirense foi do inferno ao céu. E hoje, em 2009, não está queimando junto do diabo, como muitos pensam. Em 1998, com ameaça de fechar as portas, era o verdadeiro fundo do poço alvinegro.

Paulo Prisco Paraíso, o mentor de toda a reviravolta alvinegra, está sendo muito contestado. O fato de ter se afastado diretamente do futebol, tratando só de assuntos financeiros, não foi bem visto pela torcida. Imagina o cara que você confia, o único, sair sem mais e nem menos.

Foram nove anos de alegria, começando no título catarinense de 99, em cima do Avaí. O acesso à Série A, em 2001, e a manutenção do clube na elite por sete anos também são méritos da administração da Figueirense Participações.

A queda, acompanhada de um fraco desempenho no estadual e da fase ruim na Série B, podem fazer cair quem levantou o clube. Essa é uma opção, como pode continuar no comando e voltar a dirigir só o futebol. E essa última opção, com certeza, é o que a torcida deseja.

Oposição

Toda essa história, essa "tentativa" de golpe de estado, pode estar sendo construída pela oposição alvinegra. Mas a pergunta que não quer calar e não conseguiu responder: Quem é a oposição? A Gaviões com o público zero? O esganadinho da pipoca (salgadinha e doce, doce e salgada)? Eis a questão.

Entenda
Não ouvi o Campo Crítico, da Rádio Guarujá, mas li o que escreveu o Tainha, Rafael Petry e o Léo Estrella - este último explicou bem a situação.

Um comentário:

Antonio Alves disse...

Criei um blog para escrever coisas de nosso cotidiano, e assim poder trazer assuntos pertinentes a nossa cidade e aos cidadãos que aqui moram.
Como sou novo na área da blogosfera e toda ajuda será bem vinda, espero contar com todos e se puderem me façam uma visita, estou esperando por vocês.