sábado, outubro 17, 2009

Enfim no G-4. Mas até quando?


Figueirense 3 x 1 Juventude

Pra não ser perfeita só faltou a lua e mais de 10 mil pessoas no Scarpelli. Os que foram ao estádio não se arrependeram. Com certeza. Fernandes foi de novo Fernandes. Jeovânio mostrou, mesmo falhando no gol do Juventude, que é o Jeovânio. E o Schwenck mostrou mais do que nunca que não é o Schwenck. Ele está possuído por alguma coisa. Que bom. Mais dois gols e a vitória do Figueira.

O time começou bem, tanto que o primeiro gol saiu depois de um cruzamento do Egídio que muito me lembrou o do Fabinho Capixaba, do Avaí, contra o Cruzeiro. Schwenck, numa fase estranha, marcou com categoria (foto).

O segundo gol saiu dos pés do Fernandes. Recebeu, girou, olhou e achou o Showenck entrando na área. Uma bola enfiada com açucar e mamão papaia. Só tirou do goleiro. O gol do Fernan10 foi um chute forte, com desvio da zaga. Agora falta seis gols para ele ser o maior artilheiro da história do clube.

Marcos Denner fez o do Juventude. Um gol de conjunto. O lateral cruzou certinho pro Denner, que ganhou no corpo e contou com o escorregão do Jeovânio. Cabeceou como manda a o figurino, sem chance pro Wilson.

Improvisar Jeovânio como terceiro zagueiro, com Toninho e Roger Carvalho mais fixos, foi uma opção ousada de Márcio Araújo. Com Edson suspenso e João Filipe no Rio de Janeiro, a cartada do treinador deu resultado e deve se repetir. Não é um esquema para se jogar fora de casa. Os três zagueiros de origem são mais garantidos, mas os alas, Lucas e Egídio, tem que ter mais poder de ataque e errar menos. Lucas voltou a jogar bem e a chutar no gol, coisa rara. Egídio pra mim já está no nível do Eltinho.

Secar o Atlético-GO e o Ceará poderia ser evitado. O time bobeou muito durante a competição, e agora faltando oito jogos, na reta final, não depende só de si para conseguir a tão sonhada vaga na Série A.

Crédito de foto
Foto de Ricardo Duarte

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