Boleiros da Bola - Jogo 30



Histórico! 30 jogos em 31 em sábados. O único sábado que não teve Boleiros foi o do título do Campeonato de Futebol da ACI. Incrível. No começo dessa história eu não botava fé que chegaria a tão significativa marca. Hoje, dia 14, acontece o jogo 31.

Relembrando o último sábado, já que o nosso dead line é de uma semana, os Bluus venceram os Rédis por míseros 19 a 17. Há explicações para tão grande score. O sol.

Não há carcaça futebolística que não tenham 100ml de álcool. Agora imagine jogar futsal, quatro pra cada lado e um no gol, sob o confortável sol das 11h. Não demorou cinco minutos para os pedidos de "vamos parar e tomar gelada" aparecerem.

Lance do jogo - Monociclo do Théo

O goleiro Banko já estava fora do jogo. O Maestro Jorge Jr arriscou um chute de trás do meio-campo e a bola morreria na forquilha do camisa 1. Mas astuto e não querendo ouvir as gozações, Banko voou como uma andorinha desasada e tirou a bola para escanteio. Até aí beleza, mas na queda ele acabou fraturando quatro costelas, três metatarsos da mão direita, o tornozelo e o pior de tudo, mordeu a língua.

Já com Artur de Bem, sambista e aprendiz de Rogério Ceni no gol, DieGOL recebeu lançamento de Jerônimo ou Ricardo, como matar a bola não é seu forte, tocou sem querer para o Maestro. A bola veio exatamente na velocidade que pediria uma bicicleta, já que o passe foi atrás da linha do corpo do Maestro.

Ajeitando o corpinho, passos para o lado, armou a pedalada e....e....e...e...e...e a marcha estava pesada. Não subiu mais que meio milímetro do chão, de bicicleta virou monociclo do Théo. Caiu de costas, a bola foi longe, devolvendo o passe pro Diegol, e ainda machucou o dedão na descida. Um lance plástico, porém executado em uma marcha não favorável.

Churrasco



Trigéssimo jogo merecia comemoração, até porque o mensal acabava ali. Linguiça, franguinho e pão. Rapaziada caiu de boca e pediu bis. Cerveja geladíssima, no ponto de ebulição e pronta para fazer estragos na sociedade catarinense.

O espírito do Cacau Menezes apareceu, sim, informações quentes sobre o planeta bola do AVaí. Jogadores em farras, festas e afins. Silas recebendo contatos imediatos de representantes do Grêmio, tudo de forma exclusiva acontecendo na nossa frente.

Jerônimo entoando melodias harmoniosas no violão, o Artur executava sambas dolentes e o Maestro Jorge Jr tocava as baixarias que fizeram a trilha sonora dos pirralhos que jogavam durante a tarde. Resultado, uma garrafa de ypioca, o André como novo goleiro e o sono dos justus no segundo tempo de Vitória 0 x 1 Avaí.

Detalhe: quando o Ricardo foi embora, lá pelas duas, a conta dividida dava 6 reais pra cada um. Ao final, no total de tudo, lá pelas 19h, deu 30 conto =)

Notas do jogo

Não tabuladas.
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1 Response to "Boleiros da Bola - Jogo 30"

Artur de Bem disse...

Goleiro invicto!

Cara... mas eu me apavorei quando vi a bicicleta sendo armada. Pensei que ia entrar no jogo pra fazer história, levando um gol de bicicleta do Maestro na gaveta.

Sim... se pega de jeito, a bola ia na gaveta, e ficaria guardada para sempre, até que o próximo Maestro, que nasceu a pouco e já tem 1 ano e alguns meses, a retirasse de lá para colocar outra bola no lugar, em outro movimento perfeito.

Como "se" não ganha jogo, sigo invicto embaixo da trave!

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