quinta-feira, abril 08, 2010

Brusque: do inferno ao céu em menos de uma semana


O campeonato do Brusque não foi de altos de baixos. Foi de baixos, baixos e um alto surpreendente no frigir dos ovos. De uma vitória salvadora contra o Metrô, mandando o rebaixamento para Chapecó, até a classificação incrível para a semifinal do Returno foi em menos de uma semana.

Aqui no blog, em enquete realizada em março, o título - sensacionalista por opção - dizia que o Brusque seria rebaixado. Não foi. O outro concorrente, a Chapecoense, foi quem caiu.

Os 3 a 0 sobre o Imbituba, o amarelão do campeonato, consagrou um planejamento audacioso ao extremo. Começou com a contratação de Viola, um marketing positivo e de resultado satisfatório no âmbito futebolístico. A Havan, que leva o nome de Brusque para o Brasil, comprou a ideia de apoiar o time.

Esse do inferno ao céu pode ser coroado com uma vaga na final. Não é impossível. Pantico, o cara que fez parte da mudança de atitude do time, estará de volta. Hélio Vieira, malhado por aqui, conseguiu dar um novo padrão ao time. Com o Suca o Brusque chegaria? (espero respostas)

Neilor, o maior artilheiro da história do Brusque

Neilor e Mozer, treinador das categorias de base do Brusque

Com a semifinal entre Avaí e Brusque confirmada para sábado, o amigo Elton Souza, do jornal O Município, bateu um papo com o maior goleador da história do Bruscão, o atacante Neilor. E como coincidências estão aí para acontecer, o jogador foi um dos destaques da conquista do título catarinense de 1992 pelo time do Vale.

Hoje com 43 anos, dois a mais que o Viola, Neilor trabalha como representante comercial em Guaratuba, no Paraná. Neilor chegou ao Brusque com 17 anos, em 1987. Em entrevista ao Elton, o ex-jogador contou alguns "causos" vividos na sua época.

Sobre o título de 92— Viemos, eu, meu falecido pai e o Chico Whemuth (presidente do clube na época) caminhando desde Gaspar até Brusque para pagar a promessa.

Dica para o título em 2010— O grupo tem que ser unido. Em 92, não havia jogo de ego. A primeira regra é o time se unir e não pode ter panelinha.

Torcida
— Ser campeão catarinense é algo difícil, mas torço para que o Brusque chegue de novo ao título.

Crédito de foto
Foto de Patrick Rodrigues
Foto de Elton Souza

6 comentários:

Felipe Matos disse...

Caramba, aquele jogo de 1992 ainda esta na garganta! Chegou a hora do troco...

E Brusque e Imbituba se tornaram as surpresas do campeonato, cujo regulamento permite um time sair do rebaixamento direto para a semifinal! hehe

Felipe Matos disse...

Mas, afinal, quem conseguiu a vaga para a Série D?? brusque, Imbituba ou metropolitano?

Felipe disse...

Realmente essa data nao traz uma boa lembraça...o Avai com Adilson Heleno e tudo e acho que poucas pessoas acreditavam que a gente não ia levar o título.
Mas hoje a história é bem diferente, não da para comprar a estrutura e o momento dos dois times. O AVAI tem que partir pra cima e atropelar o Brusque...e venha quem vier do outro lado estaremos prontos!!!

Ampleoxs

Jorge Jr. disse...

Felipe Matos, a vaga só não fica com o Metrô, vice da Copa SC 2009, se o Brusque for campeão.

E sábado, pelo jeito, meu caminho é a Ressacada.

almanaque disse...

Quantos gols o Neilor fez pelo Brusque, pra ser considerado o maior artilheiro do time?

Anônimo disse...

Neilor atualmente(2012) joga futebol amador em Paranaguá-Pr e também faz parte do time master do Rio Branco-Pr(Leão da Estradinha),participando de amistosos com o time de Paranaguá-Pr.Tem bom senso tático de jogo,e bons chutes de longa distância;
*Só não o substitua no intervalo.....