segunda-feira, julho 12, 2010

Pai passa mão na cabeça do filho após agressão

Delfim de Pádua Peixoto Filho, o pai, assinou nota de um ghost writrer repudiando a agressão de Delfim de Pádua Peixoto Neto ao narrador Rodrigo Santos. No texto, que você poderá conferir abaixo, a "Federação" fala em repúdio e, o que menos vai ser verdade, em tomar "as medidas legais que o caso requer".

Leia o que o Rodrigo escreveu sobre o ocorrido

Vai ser demitido? Não!
Vai ter multa no salário? Não!
Vai ser "suspenso das atividades"? Não!

Acabou de passar a entrevista do Delfinzinho na Ric Record. O primeiro gesto dele, logo nas primeiras palavras, foi levar a mão no nariz. É um cacoete, quem sabe.

Disse que houve uma conversa com o Rodrigo antes da agressão. Chamou atenção o fato da Federação Catarinense de Futebol ter pedido um exame toxicológico para provar que ele não estava sob efeito de drogas. Chamou mais atenção esse exame ter sido feito nesta segunda-feira e ter ficado pronto hoje. Curioso.

Intrigante... a entrevista foi gravada sede da Federação.

Assim que disponibilizarem o vídeo coloco ele aqui.

NOTA OFICIAL




A FEDERAÇÃO CATARINENSE DE FUTEBOL vem a público lamentar o incidente ocorrido na cabine da Rádio Cidade, de Brusque, entre o radialista Rodrigo Santos e o assessor especial da Presidência da entidade, Delfim Pádua Peixoto Neto, após o jogo JOINVILLE X BRUSQUE, realizado no dia 10 próximo passado, na Arena Joinville, válido pela COPA SANTA CATARINA.
          A Federação repudia qualquer agressão física a quem quer que seja, e salienta que, com relação ao seu funcionário, tomará as medidas legais que o caso requer.
          Entretanto, a Federação Catarinense de Futebol observará o princípio constitucional do contraditório e da ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes, conforme estabelece o disposto no inciso LV do art. 5º da Constituição Federal, assim como, a entidade considera que ninguém poderá ser considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal contraditória, nos termos do inciso LVII do art. 5º da Carta Magna.
Balneário Camboriú, 12 de julho de 2010.


DELFIM PÁDUA PEIXOTO FILHO
Presidente da FCF



PS: Recomendo a leitura do texto Capitanias Hereditárias do amigo Diego Passos

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6 comentários:

Diego Wendhausen Passos disse...

Vergonhoso e lamentável. Tanto o primeiro comentarista, que deve ser um do time do Delfim, no mínimo, como o filho do senhor presidente.

Deveria haver uma reforma administrativa nas entidades esportivas, visando evitar essas situações, na qual determinada pessoas ou grupo se apodera e torna-se vitalício ou dono de uma entidade. Vivemos em um estado democrático, pelo menos na teoria, e isso enfraquece a democracia.

No mínimo, o colega de Brusque falou algumas verdades e o filho do "democrata" Delfim perdeu as estribeiras.

Nessa briga, estou ao lado do jornalista brusquense.

Diego Wendhausen Passos disse...

Além disso, deveria ser criado um regimento impedindo que apenas uma pessoa fique tantos e tantos anos no poder de uma pessoa, criando um círculo vicioso. O cara se diz um democrata e fica 25 anos no poder, tornando a entidade um feudo, uma capitania hereditária.

Infelizmente não há vontade política em mudar essa situação.

Seu Cunha disse...

Assessor especial, Tá bom, isso mostra que o futebol catarinense é comandado por gente da pior espécie humana, principalmente esse assessor especial, um lixo humano, isso sim, é o que ele é.

Anônimo disse...

O Rodrigo não falou nada para o Delfim porque ele estava narrando o final da partida, tudo foi gravado e eles estavam ao vivo na rádio, então qualquer possibilidade de discussão é nula.

Janio disse...

Esse Rodrigo fala mal das pessoas, façam uma pesquisa no seu blog para ver os horrores que tem contra alguns jogadores do Brusque. Certa vez o treinador Suca ia dar um cassete nele, mas conseguiu se esquivar.

Janio disse...

Esse Rodrigo fala mal das pessoas, façam uma pesquisa no seu blog para ver os horrores que tem contra alguns jogadores do Brusque. Certa vez o treinador Suca ia dar um cassete nele, mas conseguiu se esquivar.