sexta-feira, fevereiro 04, 2011

André Rezini: Brusque tem dois nomes na lista

O torcedor que saber como vai o time dentro e fora de campo. Por isso, hoje temos uma breve entrevista com o diretor de futebol do Brusque, André Rezini. O homem vive o clube 24h por dia e nos esclarece algumas questões, sobre Viola e Aloísio, se vai vir mais gente e sobre a campanha do time no Catarinense.

Papo FC: O clube ainda vai contratar mais alguém? Algum atleta já mapeado?

André Rezini:
Podemos contratar sim. Estamos analisando jogo por jogo e vendo qual o setor com mais carência. Temos dois nomes em vista, mas as negociações estão em banho maria. Como nosso lema é dever é pagar salário religiosamente em dia, temos que fazer tudo com bastante cautela e responsabilidade.

Papo FC:
O retorno do Aloísio, dentro de campo, já dá para considerar melhor que o do Viola?

André:
Pergunta dificil, hein? O Viola fez seis gols no Catarinense 2010, o Aloísio já fez um gol e vem ajudando muito, mais muito a nossa equipe dentro e fora do campo. Na minha opinião, o Aloísio leva vantagem, tem mais força (até pela idade), se movimenta mais, ganha todas na bola aérea e está fazendo grandes jogos. Mas o Viola foi importantíssimo para o Brusque e é um grande amigo meu.

Papo FC:
Como avalias a campanha do Brusque até agora?

André:
O Brusque FC montou um Elenco muito forte, claro que nem sempre o que está no papel se consolida em campo. O Brusque vem fazendo grandes jogos e abrindo vantegem, mas acaba levando o gol de empate ou derrota nos minutos finais. Mais pela vitória  frente ao Imbituba, tenho certeza que o Brusque voltou para o trilho e tem boas chances de buscar a vaga no G-4 no Turno.

Como sugestão, sugiro a leitura do post O que o Brusque deseja no Catarinense?

Um comentário:

falaseriomanezinho disse...

Creio que os Blogs avaianos e alvinegros podem ajudar e muito para uma bela festa no estádio, é importante que se tenha apenas voltado o pensamento para a rivalidade dentro de campo e que vença o melhor.
Sempre lembrando que avaianos e alvinegros são rivais no futebol e não na vida, não no parentesco e na amizade.
Vamos dar um exemplo ao Brasil que aqui se torce muito, mas enxergamos nossos adversários apenas como adversários e não como nossos inimigos.
Abrs.