segunda-feira, maio 16, 2011

Os premiados do Top da Bola no Catarinense 2011


Grande festa, só que dessa vez eu acompanhei pela TV. A Chapecoense, como era de se esperar, levou seis prêmios. O craque do campeonato, que também seria o meu voto, foi Roni, do Criciúma.
Outra fato interessante que só Concórdia e Imbituba não tiveram jogadores premiados.

Senti falta do Leandrinho do Brusque, mas acabou aparecendo ali, até como surpresa, o Têti, que fez um início de Catarinense sensacional. Engraçado é que os prêmios do Márcio Goiano e do Maicon, ambos do Figueirense, pararam na mão do goleiro Wilson.

O Catarinense deste ano foi bom tecnicamente, há clubes que precisam se estruturar mais, é verdade, já que o futebol apresentado pelo Imbituba, mesmo vencendo na Ressacada, beirou o amadorismo, assim como o Concórdia, mesmo dando um gás no final do returno.

Goleiro
Ouro Rodolpho (Chapecoense)
Prata Andrey (Criciúma)
Bronze Wilson (Figueirense)

Lateral-direito
Ouro Bruno (Figueirense)
Prata Thoni (Chapecoense)
Bronze Nequinha (Metropolitano)

Lateral-esquerdo
Ouro Julinho (Avaí)
Prata Pirão (Criciúma)
Bronze Aelson (Chapecoense)

Zagueiros
Ouro Dema (Chapecoense) e João Paulo (Figueirense)
Prata Cássio (Avaí) e Grolli (Chapecoense)
Bronze Gian (Avaí) e Rogélio (Criciúma)

Volantes
Ouro Carlinhos Santos (Criciúma) e Ygor (Figueirense)
Prata Gilberto (Marcílio Dias) e Marcos Alexandre (Chapecoense)
Bronze Diego Zanuto (JEC) e Everton Cesár (Chapecoense)

Meia
Ouro Roni (Criciúma) e Maicon (Figueirense)
Prata Cleverson (Chapecoense) e Ramon (JEC)
Bronze Marquinhos (Avaí) e Têti (Brusque)

Atacante
Ouro Aloísio (Chapecoense) e Lima (JEC)
Prata Schwenck (Criciúma) e William (Avaí)
Bronze Neílson (Chapecoense) e Rafael Coelho (Avaí)

Dirigente
Ouro Sandro Palaoro (Chapecoense)
Prata Antenor Angelo (Criciúma)
Bronze João Nilson Zunino (Avaí)

Treinador
Ouro Mauro Ovelha (Chapecoense)
Prata Guilherme Macuglia (Criciúma)
Bronze Márcio Goiano (Figueirense)

Preparador físico
Ouro Alexandre Andreis (Chapecoense)
Prata André Baratz (Criciúma)
Bronze Emerson Buck (Avaí)

Árbitro
Ouro Célio Amorim
Prata Rodrigo D'Alonso
Bronze Ronan Marques da Rosa

Assistente de árbitro
Ouro Carlos Berkenbrock e Cleber Lucio Gil
Prata Ângelo Rudimar Beck e Rosnei Scherer
Bronze Helton Nunes e Maíra Americano Labes

Revelação
Ouro Roni (Criciúma)
Prata Grolli (Chapecoense)
Bronze Héber (Figueirense)

Craque
Ouro Roni (Criciúma)
Prata Aloísio (Chapecoense)
Bronze Maicon (Figueirense)

Artilheiro
Ouro Lima 17
Prata Aloísio 14
Bronze Leandrinho 11

Goleiro menos vazado
Wilson (Figueirense)

Troféu fair play
Figueirense

Campeã
Chapecoense
Crédito de foto
Foto do clicEsportes

2 comentários:

Diego Wendhausen Passos disse...

Jorge, vale lembrar que o Antenor Angeloni (fundador do Criciúma), como dirigente, chegou ao quarto vice-campeonato, já que sua agremiação foi superada pelo Joinville em 1980, 1981 e 1982.

Ele merece nossas reverências por pegar um clube em má situação e dar uma levantada na auto-estima do pessoal no sul, que vinha de péssimos resultados dentro e fora das quatro linhas. Arrumou o clube financeiramente e colocou o tigre novamente no topo. Esse merece um título.

Quanto ao nível técnico, uma disputa de qualidade muito superior a do ano passado. Qualquer uma dessas 10 equipes, se jogasse o campeonato do ano passado, ficaria ao menos entre os cinco melhores.

O Joinville teve uma campanha irregular, mas se der uma ajeitada, pode dar um salto e acabar com a sina de cavalo paraguaio no Campeonato Brasileiro. Espero que o tricolor do norte leve a Série C e assim como o Criciúma, volte ao topo. A Chapecoense, se manter a base do elenco vencedor, ou recolocar bons jogadores no lugar dos atletas que saírem, terá boas chances de seguir rumo à Série B.

O Criciúma não aposto em acesso neste ano, mas acho que disputará as primeiras colocações.

Na Série A, Avaí e Figueirense têm chances de disputar uma vaga na sul-americana, mas precisam de um plantel. Com o time titular dá para se manter, mas precisa de um banco de qualidade.

O prêmio fair play ao time do Estreito, se for para os atletas, sem problemas. Se for para o presidente Nestor Lodetti, será injusto, pelas declarações irresponsáveis que ele fez contra a torcida avaiana após os incidentes no clássico jogado na Ressacada.

Não defenderei os que praticaram os delitos contra torcedores alvi-negros. Os agressores merecem uma punição bem severa, mas não se deve responsabilizar apenas uma torcida por causa de problemas que ocorrem em Santa Catarina, além de criar polêmicas e discussões, acirrando ainda mais uma situação que ficou delicada, além de alimentar a discórdia.

O melhor de uma partida são as duas torcidas e as disputas nas arquibancadas, músicas, vibração e criatividade. Fora do campo, existe a possibilidade de convivência pacífica.

Anderson Soccol disse...

Legal, gosto das suas informações sou torcedor da Chapecoense e gostaria que divulge meu blog www.espacodoverdao.blogspot.com, já tenho o seu como parceiro, suas informações sao mtos úteis.

Continue assim

Abraços,

Anderson
espacodoverdao.blogspot.com