Três pênaltis no jogo


O Figueirense acabou com a sua boa fase com a derrota para o Juventude por 2 a 0. O time vinha embalado, melhorando um pouco a cada jogo, mas em Caxias do Sul o time apresentou um futebol, quer dizer, não apresentou futebol.

O primeiro gol do Juventude saiu num pênalti muito duvidoso, pra não dizer roubado, do Carlinhos no Marcos Denner. Malandragem do atacante que soube cavar bem. Mendes, ex-Figueira, bateu e abriu o placar.

Na segunda penalidade outra polêmica. Paulinho e Zezinho entraram na área se segurando e o juiz marcou pênalti para o time da casa. Dessa vez quem cobrou foi Marcos Denner que fez o segundo.

Logo em seguida o Figueirense teve a chance de diminuir o placar. Clodoaldo foi derrubado denro da área e ele mesmo pegou a bola para cobrar. Clodô partiu para a cobrança e atrasou a bola para o goleiro Juninho. O batedor oficial é o Rafael Coelho, mas valia o artilheiro perder.

No primeiro tempo o Figueirense teve duas chances de gol. DUAS. As duas em cobrança de falta. Schwenck e Rafael Coelho chutaram com perigo, mas o goleiro não tocou a mão na bola.

No segundo tempo melhorou, criou mais chances, mas não conseguiu marcar. O time ainda perdeu quatro jogadores para a próxima partida, todos com o terceiro cartão amarelo. Schwenck, Rafael Coelho, Régis e Paulinho.

A escalação do técnico Roberto Fernandes não era das piores, mas as peças não se encaixaram. Schmoller parecia receoso na lateral. Acredito que valeria entrar com o Pico e fazer o simples. Depois tirou um volante e colocou Clodoaldo. Abriu o time, mas a entrada do "matador" não deu resultado, pelo contrário, foi um tiro no pé.

A próxima partida, sexta-feira no Scarpelli, contra o Vila Nova, é para garantir os três pontos e não se distanciar novamente do G-4. A vitória contra o Juventude era dada como certa, principalmente pelo momento das duas equipes, mas deu pra ver que momento, clima, fase não ganham jogo.

Crédito de foto
Foto de Juan Barbosa