A torcida do Figueirense deve estar acompanhando a ressureição do Fluminense. O time está sendo carregado, sem sombra de dúvidas, pela torcida. Nem a arrancada do Flamengo, no Brasileirão de 2007, foi tão espantosa. Ontem, contra a LDU, eram mais que os 11 em campo. A torcida alvinegra não fez o papel de 12 segundo jogador, mesmo com aquela boa dúzia cantando, empurrando, mas nunca foi uma voz só.

Na Série B de 2008, principalmente nas chuvas, a torcida do Avaí jogava com o time, assim como está fazendo os tricolores das Laranjeiras.

Quando o time era omisso em campo, jogava com os medalhões no nome e não passava a menor confiança, as vaias eram constantes, sem falar no número de torcedores no estádio. A virada do Flu começou no campo e foi para a arquibancada, e quando chega lá não tem mais jeito. Ninguém segura.

A demonstração de amor e apoio aos atletas é algo que arrepia. Não há time que não jogue quando a torcida não fica passiva. Cantar e incentivar e faz a diferença. É um exemplo a ser seguido pela massa alvinegra em 2010.

A piada da torcida geladeira, sinceramente, tem um fundo de verdade.

Crédito de foto
Foto de Cristina Dissat, Blog Fim de Jogo