Foi uma vitória que diminui a pontuação que falta para, finalmente, o Figueirense carimbar o acesso à Série A. Não foi um jogo fácil, mas ele foi facilitada, sobretudo, por Eduardo Martini, em uma noite nem um pouco inspirada. 4 a 2.

O pênalti de Souza em Túlio, que originou o gol de Reinaldo, não é falta nem no Boleiros da Bola. Isso é ruim? Só para a arbitragem e para os torcedores adversários. Mas abre um precedente, o time não poderá reclamar de árbitros futuros.

O gol desestabilizou a Ponte, que logo tomou o segundo gol e assumiu a postura de time derrotado. Poderia ter sido mais no primeiro tempo. No começo da segunda etapa, Souza diminuiu, um gol que, além de colocar fogo no jogo, mostrou, mais uma vez, as falhas de marcação do Figueira.

Mas aí apareceu Eduardo Martini, de tantas defesas no Scarpelli, glórias com a camisa do Avaí. Num lance normal, ele tentou passar para o zagueiro - desses passes que se dá quando se está morto em campo - e o Willian interceptou. 3 a 1. No final, ainda teve um gol do Maicon, que jogou melhor. Nos acréscimos, nem vi, saiu o segundo da ponte.

Até o jogo do Coritiba contra o Santo André, o líder é o Figueirense. Se der empate, a liderança se mantém no time catarinense. Assim espero.