Foi um jogo interessante, não chega no nível de jogão, mas as duas seleções mostraram que possuem um pontencial acima da média. O Brasil, com Neymar como titular, criou a maioria das chances, mas faltou finalizar com precisão.

A Argentina, por sua vez, tentava explorar os contra-ataques e os alas, principalmente a esquerda, já que André Santos e David Luiz, que jogam por lá, não são exímios marcadores.

O gol, um belo tento, saiu da genialidade e, da jogadinha manjada, de Lionel Messi. Entrou cortando da esquerda para direita e chutou cruzado, lance que ele faz todo jogo. Aliás, ele merecia ter feito um gol no primeiro tempo, pena que o chute foi pra fora.

A volta de Ronaldinho Gaúcho à Seleção Brasileira também foi boa, um pouco tímida, mas com mais movimentação do que quando tinha vaga cativa no time. Dá pra falar que ele voltará, com méritos, em outra oportunidade. Robinho, pra mim, está perdido no futebol, seja no Milan ou no Brasil.

O crime, que percebi neste jogo, foi saber que Neymar ficou treinando em junho enquanto a Seleção disputava a Copa do Mundo. O Dunga não deveria ter feito isso com o Brasil.