Fui ao café oferecido pelo Figueirense à imprensa no memorial do clube, no Orlando Scarpelli. Além de rever taças e troféus, deu pra bater um papo com amigos da imprensa que não via há bastante tempo. Sem falar nos quitutes oferecidos, com boa variedade e gosto de primeira.

A turma de blogueiros avaianos sempre chamou de "café com brócolis", dizendo que a imprensa se vendia ao clube por uma meia dúzia de pão de queijo e afins. Claro que o Figueirense não banca um rango de graça. Foi apresentada a diretoria executiva. Uma apresentação bem informal.

Abrir as portas do clube à imprensa, principalmente para aqueles que não estão todos os dias lá, como é o meu caso, foi um gol a favor. A transparência entre veículo de comunicação e fonte, no caso o clube, precisa existir. Como estou do lado da imprensa, achei de grande valia essa proximidade. Não é todo dia que você conversa com um investidor que bota milhões no clube enquanto espera na fila pra pegar um suco de laranja.

Hoje, ponto pro Figueirense por fazer essa reunião. Espero que o Avaí faça o mesmo. Não se comprometeu ser só Figueirense no jornal, não foi vendido espaço para foto gigante do patrocinador. Houve um encontro profissional, de aproximação. O torcedor que não enxerga a parceria dos veículos de comunicação com os clubes é um burro. Burro mesmo. Pior ainda os que só veem aquilo que querem ver, ou seja, a turma da conspiração. Para esses, sinceramente, não perco tempo respondendo.

E se vale como dica para o Avaí, ao final do evento todos os presentes receberam uma camisa oficial do Figueirense pela participação. O marketing do Figueira já está agindo.