Hoje à noite o Criciúma apresenta o seu novo uniforme, agora fabricado pela Kanxa, uma marca emergente que tenta ser grande, mas ainda não é. Porém, o Tigre irá faturar 12 reais em cada camisa vendida. É pouco? É! Mas o Avaí, na época da Champs, ganhava míseros cinco pilinhas.

O uniforme número 1 segue o tradicional, até bem igual ao que a Penalty vinham fazendo. O 2 deu uma mudada, com as linha amarela e preta ao lado do corpo indo até o pescoço. Eu gostei mais do segundo, mas o excesso de patrocinadores deixa a camisa com cara de time do futebol amador.

A marca que veste um clube pode não ser grande, mas deve ter produtos de qualidade. A Kanxa não possui patrocínio em nenhum grande clube brasileiro, o Tigre será o de maior renome, apesar do América-MG disputar a Série A deste ano.

Pelo que percebi, o novo uniforme do Criciúma deve custar mais de R$ 150 não deve passar dos R$ 150, quem garante é o leitor Rodrigo Sakae (veja o comentário deste post). Os times, que possuem uma massa de manobra enorme, não se ligaram que o torcedor gordinho, barrigudo, não quer uma camisa com dry fit, que não transpire. Ele quer uma camisa confortável. Por isso, qual o motivo de não criarem uma camisa popular? O Nelson Galvão, quando esteve no Figueirense, tinha o plano de implantar isso. Ficou no projeto.

Crédito de foto
Foto de Maurício Vieira