Assisti aos dois jogos, numa rodada dupla com a turma do Seu Elmo: Serginho, Juarez, Cícero, Sílvio, Tchutchuquinho e o Fefê. A maioria azul saiu feliz da vida, enquanto o Cícero deve ter ido dormir rindo com o gol do Wellington.

Leão

Eu havia sonhado, de quinta para sexta, que o Avaí iria vencer. Quem me disse isso, no sonho, foi o Evando. Ele também disse que era jogo pra ele, e não tenho dúvida de que era. Como ele não jogou, coube ao Rafael Coelho o dia de iluminado.

A sorte do Avaí foi o Corinthians ter feito só 1 a 0 no primeiro tempo. Foi um banho de bola e dava certeza de que o Leão sairia com o rabo entre as pernas. Na segunda etapa, e sabe-se lá o que rolou no vestiário, veio pro campo um Avaí que estava adormecido, mas que a Melissa Bulegon acredita muito. Os 3 a 2, com sufuco e excelente atuação do goleiro Felipe, renovam as esperanças de que o fim dessa história, em dezembro, não será de tristeza.

Figueira

Na Bahia, da minha querida Salvador, o jogo estava igual, mas a falta de qualidade no ataque foi o fator primordial para a derrota do Figueirense. Aliás, Fernandes fez falta ao time, assim como o autor do primeiro gol do Baêa, o atacante Reinaldo.

A água bateu nos bago e não dá mais para continuar perdendo. O empate era um bom resultado, mas nem isso foi possível. Falta ao Figueira um toque de bola pra cima, já que de um lado para o outro o time sabe tocar, mas não é progressivo como o Corinthians.

Juninho, no meio, melhorou o poder ofensivo, mas foi muito pouco, já que Elias ainda não se encontrou, parecendo aquele amigo do amigo que ninguém conhece e vai jogar a pelada sem saber o nome de ninguém. Jorginho precisa fazer o time ganhar. Não acho que ele tenha perdido essa fórmula por aí.

Crédito de foto
Foto de Alvarélio Kurossu