Ainda bem, quer dizer, nem tanto. Ano passado o Avaí venceu no Scarpelli, mas neste ano o Figueira ganhou na Ressacada. No domingo, com o empate, voltamos à programação normal. Se um tivesse vencido, e isso independe de quem, seria mais legal.

Como disse antes, não vi o jogo. Passei, domingo pela manhã, ali pelas 9h, em volta do Scarpelli para ver a movimentação. Sempre faço isso, já que moro perto. Ali deu pra ver que os alvinegros tomariam o estádio, mas não esperava que desse 15 mil. Enquanto havia mais de 30 comprando ingresso pro Figueira, no lado azul eram quatro heróis na fila. Proporcionalmente normal.

Em campo, após abrir 2 a 0, o Figueirense sofreu do mal que o Avaí viveu em 2009, no Brasileirão, quando deixou de ganhar pontos de Palmeiras, Botafogo e outros. Pontinhos que lhe dariam, brincando, uma Libertadores no último ano de plena alegria para a turma da Ressacada. Aliás, tempos que não voltam mais. E não sou pessimista.

Apesar do Hemerson dizer que não, o empate caiu bem para o Avaí. É lógico, não imagino outra coisa, que o Leão vai pra cima do JEC com tudo. E sabemos, pelos últimos estaduais, que o Joinville adora entregar a rapadura depois de pagar uma fortuna por ela.

No Figueirense, Branco, que distribuiu camisas do clube no Bem, Amigos!, vai ter que motivar o time misto para encarar o Brusque, no Augusto Bauer, no domingo. Periga, mesmo não valendo muita coisa - o returno é do Figueira - ser o jogo da TV.

Crédito de foto
Foto de Carlos Amorim